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16 de nov de 2012

O Último Combate!

Muitos adoram isso em RPG, assim como qualquer tipo de obra (videos, seriados, filmes, animes, mangás, livros, novelas... Aqui é o Brasil se esqueceu?), o enfrentamento final, o climax da história, o velho e bom "cara-a-cara". O final sempre tem que ser algo épico! Mas isso varia.
Como fazer algo assim? Simples não é.
Muitas vezes um autor/escritor/ tem que ir atrás daquele personagem carismático (vamos pegar como exemplos Sephiroth de Final Fantasy 7 e Tobi de Naruto) e usa-lo de forma sábia. Qual o motivo de não ter usado outros vilões? Se deve que um deles, no caso o meu querido Seph, é muito poderoso e todos já conhecerem seu final, o que ocorre com ele. O Tobi é do mesmo estilo mas seu final, por ora é um mistério que só Kishimoto-sensei deve saber.
Bem comecemos pelo cabelos prateados de Final Fantasy.

-O meu objetivo? É usar esse planeta como um barco para navegar na escuridão do espaço - Sephiroth
O que sabemos sobre ele? Ele era o mais poderoso guerreiro da Shinra, empresa que concedia energia ao mundo de FF7, além de criar uma elite de soldados (Soldiers, que nome criativo) com a chamada Energia Mako, extraida do centro da terra. Após descobrir que sua suposta "mãe" - que é uma história pra outro dia - estava viva, e que ele havia sido uma parte projeto de um projeto para alcançar a "terra prometida", assim como outros, enlouqueceu. Quebrou o casulo onde estava Jenova, que é sua mãe como ele mesmo chama, mas aparentemente teria morrido nas mão de Zack (ou seria de Cloud?). Mas não! Ele conseguiu se ligar de certa maneira ao Lifestream e começou a usar seu poder para criar cópias suas que espalhou pelo mundo, para duas funções:
  • A de se libertar do cristal Mako, já que após sua aparente derrota, ele teria sido presso num cristal. Jogue FF7 e saberá do que falo, e verá uma das melhores cenas pra Playstatio One que já vi em minha vida;
  • Eliminar a humanidade pelos pecados que cometeram contra o planeta e pelo fato de estar revoltado por saber que não era nada mais do que uma peça nas mãos da Shinra.
Quem já viu o filme não sabe o inferno que Cloud passou por conta do camarada de madeixas prateadas. Mas foquemos na sua luta final do game. Já que no filme (FF7: Advent Children) só há um confronto com o poderoso SOLDIER.
Você enfrenta o enfrenta numa enorme cratera que concede acesso ao núcleo do mundo, onde estaria o Lifestream, destruindo os monstros de alto nível que por lá existem, até chegar a uma parte onde ele esta e consome um grande pedaço de Jenova, ao qual todos já sabiam que nada mais era que uma experiência da Shinra com o Lifestream em celulas humanas, e que foi derrotada por Cloud. Primeiro assume uma forma que lembra de longe uma Weapon (que no jogo seriam como "anti-corpos bombados para caramba do planeta! Na verdade, eles estariam responsavéis também de destruir a humanidade).
Ele assume uma terceira forma, essa já com um aspecto quase divino. Afinal, ele estava controlando toda a fonte do Lifestream! Alias, nessa parte toca a música que marcou a vida de muitos e que devem ter quase saltado das suas cadeiras quando ouviram elas no filme e jogos da franquia. One Winged Angel, numa tradução mais aproximada Anjo de uma Asa Só, clara referência ao vilão.
Mas o pior ainda é quando após todos acharem que o cara de olhos verdes-musgo e cabelos cinzentos morreu ele traz para um combate final, justamente Cloud. Só os dois, sem formas grotescas, ou magias. Só um homem de sobretudo negro, portando uma masamune, com cabelos prata e seu olhos penetrantes na frente do herói. Talvez um dos momentos que todos os jogadores de Final Fantasy marcaram em suas cabeças por ter sido (e ainda é) um final tão bom!
Não. Não vou falar o final do jogo pra deixar os mais novos na fissura de ir atrás desse, que na minha opinião, foi um dos melhores produto da Square. Mas já entenderam como os caras fizeram em relação a esse personagem pro no final você disser "é agora!"

-Ele viveu como um fugitivo, um traidor... Um criminoso, rezando pela liberdade da morte. Ele trocou seu Orgulho pela desgraça, seu amor pelo ódio, e, ainda assim Itachi morreu sorrindo - Tobi

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