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26 de abr. de 2013

Dragon Ball: Uma obra sempre tem que ter fim


Pessoal lindo do meu Brasil baronil... Eu vou escrever algo que talvez façam com que queiram me crucificar: não consigo mais gostar de Dragon Ball. Antes que levem tochas até o portão de minha casa me explico. A pouco tempo fiquei sabendo que talvez haja uma nova história de Dragon Ball que continuaria do ponto em que termina a série, ou seja, após a derrota de Majin Boo. Legal? Não HORRÍVEL!
Todos os fãs que realmente acompanharam desde seu promissor início, até as melhores fases (torneios, Piccolo, a chegada dos Sayajin e como se esquecer da memorável saga de Freeza!) ficaram enjoados com a quantidade de fillers. Mas mais bravos ainda que até as lutas de verdade pareciam fillers. Isso enche a paciência. E então, Akira Toriyama fez Dragon Ball GT (esse GT é de Grand Tour) que nada mais era do que um imenso caça-níquel. Mas fazer o que. Eis que os fãs veem uma luz no fim do túnel. Com imagens mais bem definidas e sem os odiosos fillers, começamos a assistir a Dragon Ball Kai, que nada mais é do que as histórias de toda a saga Z. Além desse ano surgir o filme Battle of Gods.
Mas ai me surge na cabeça, a gente já tá entupido de produtos de DB, Z, GT e Kai. Mesmo que isso seja um boato, e o mais certo é que seja mesmo, por que cargas d'água a gente vai querer ver mais do mesmo? Mesmo Eichiro Oda, que estende até hoje One Piece (que eu ainda gosto muito pois ele conserva o fato de realmente misturar humor e lutas), tem dificuldades para criar personagens!
Eu digo que um anime, assim como qualquer outra obra, deve marcar nossa vida e terminar. Pra não saturar a história. Não para os fãs, que sempre viverão em seus corações ou suas mentes... E NÃO RESSUSCITAR ELES! POIS SE NÃO SERIA QUADRINHO AMERICANOS E NÃO MANGÁ/ANIME!

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