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24 de abr. de 2016

Ushiro no Shoumen Dare

Kayoko é uma jovem, em 1940, apenas começando o primeiro grau. Ela é um pouco chorona, que não é segredo para aqueles ao seu redor. Ela adora brincar com os amigos e cantando canções bonitas de sua escola, e, ocasionalmente, se divertindo com seus três irmãos mais velhos. Sua mãe está grávida, - o que ela espera ser uma irmã mais velha - sem a compreensão do que aquilo possa ser. Uma criança comum. Enquanto isso, os tambores de guerra estão cada vez mais altos, e é apenas a coisa natural a fazer para ser patriótico e apoiar o país... Kayoko faz isso pois para contribuir com sua boneca favorita, cujos materiais poderiam ajudar a construir explosivos. O tempo passa, e como ela cresce, Kayoko vê como a guerra afetou sua vida e aqueles ao seu redor. Nada pode prepará-la para 1945, no entanto, os tempos sombrios que estão prestes a vir são bem piores.

24 de jul. de 2013

URDA

Alemanha, 1943. Um projeto secreto pode levar à vitória aos nazistas, um projeto de codinome: URDA. Para evitar e descobrir sobre esse projeto, a espiã Erna Kunts adentra o território inimigo e agora tem de encarar, não somente o presente, mas seu passado também.



3 de nov. de 2012

O Oriente Macabro...

Podem me descer a lenha, me xingar, que eu não arredo o pé da opinião que eu acho melhor as de terror orientais do que as de outras origens. Isso se deve a eu ser uma esponja para esse tipo de história, além de odia blockbusters que entpoem as video locadoras, mas sinceramente as histórias são muito do meu gosto. Apesar de adorar Edgar Allan Poe, Arthur Conan Doyle, entre outros, os enredos me preendem.
Mas como diria Jack, o Estripador "vamos por partes..."

-Ai que meda!
Mesmo os japoneses sendo um povo altamente tecnológico em vários aspectos, eles possuem um pé fixo em suas tradições milenares. Isso inclui a religião. E isso lembra a fé católica. Afinal, um dos centros de assombração aqui no país são os cemitérios. Lembrando que não existem tantas histórias sobre de cultura que não enterram ou conservam seus corpos, quase sempre os cremando ou se livrando deles de outro modo (como a cultura germânica). Enfim, esse é um filão para lendas macabras.
Esse é um dos fatores que muitos autores utilizam nas obras, em qualquer país. Mas foquemos no oriente.
O Japão foi um dos países, que até hoje, foi afetado em diversos pontos pela Segunda Guerra Mundial. Tanto de uma de suas maiores obras de ficção científica, que conhecemos por Godzilla, é produto de radiação nos mares nipônicos. Mas o que influenciou o terror dessa nação nesse fator foram as terríveis mortes nos campos de batalhas, e por que não, das que ocorreram em Hiroshima e Nagasaki. Quantos autores não foram influenciados criando monstros baseados nessa terrível guerra? Cito meu autor favorito de obras literárias, J.R.R. Tolkien, como exemplo maximo.
Até agora, vimos que a religião e um passado sofrido são parte da força do terror oriental. Mas agora vamos adentrar outro ponto, talvez o mais importante desse gênero até hoje.

-"Humanos temem o que não entendem."
Xenofobia sf. Aversão a pessoa e coisas estrangeiras. É o que achei em um dicionário falando sobre essa palavra, mas acredito que seja bem mais que isso. Xenofobia seria o medo de coisas desconhecidas, ou até criaturas desconhecidas. E esse fator é o maior nas histórias de terror.
Acha que não? Veja:
Obras como Ringu (O Chamado) ou Ju-On (O Grito) bebem disso. Mesmo sabendo de onde veem as criaturas dessas obras (mortes trágicas quase sempre) é como se elas ditassem as regras do jogo. Não há como vencer, no máximo se livrar deles. E isso cria a sensação de impotência, beirando a loucura. Quem vê ou lê uma obra desse gênero sempre nota fatos bizarros como o de Uzumaki, onde não existem fantasmas, e sim - pasmem - espirais aterrorizand uma cidade como uma maldição. Mas não há certeza nem sobre isso! E nós, como humanos, seguindo uma linha "Dana Sacully" de pensar, precisamos criar certezas sobre alguns fatos com a finalidade de mantermos a sanidade.
A verdade é que algumas pessoas se excitam com terror, tanto quanto o fazem com uma montanha russa. É uma diversão em um ambiente controlado (Tá... Nem sempre). Ou será por outro motivo... Desconhecido?

17 de jul. de 2012

Corações Sujos: Um filme que é preciso ser visto. Mostrando o orgulho desse povo.

Como professor de história e depois de ver o trailer no Festival do Japão desse ano me obriguei a conhecer essa história. Sente o clima:


A Shindo Renmei, ou "Liga do Caminho dos Súditos", nasceu em São Paulo após o fim da Segunda Guerra, em 1945. Para seus seguidores, a notícia da rendição japonesa não passava de uma fraude aliada. Como aceitar a derrota, se em 2600 anos o invencível Japão jamais perdera uma guerra? Em poucos meses a colônia nipônica, composta de mais de 200 mil imigrantes, estava irremediavelmente dividida: de um lado ficavam os kachigumi, os "vitoristas" da Shindo Renmei, apoiados por 80% da comunidade japonesa no Brasil. Do outro, os makegumi, ou "derrotistas", apelidados de "corações sujos" pelos militantes da seita.

Militarista e seguidora cega das tradições de seu país, a Shindo Renmei declara guerra aos "corações sujos", acusados de traição à pátria pelo crime de acreditar na verdade. De janeiro de 1946 a fevereiro de 1947, os matadores da Shindo Renmei percorrem o Estado de São Paulo realizando atentados que levam à morte 23 imigrantes e deixam cerca de 150 feridos. Em um ano, mais de 30 mil suspeitos dos crimes são presos pelo DOPS, 381 são condenados e 80 são deportados para o Japão. Nesta sua volta à grande reportagem, Fernando Morais conta a história da seita nacionalista que aterrorizou a colônia japonesa no Brasil.
 Uma otima produção do livro de Fernando Morais. De um modo único como só ele consegue. Leiam e vejam o filme quando puderem.

1 de dez. de 2010

Rainbow Nisha Rokubou no Shichinin (Os sete criminosos do bloco dois, cela seis) - Um anime a "La Prison Break"





Muito foda essa animê! Assistam se puderem ^^
Chegou a hora de comentar sobre o último –porém não menos importante- anime que estou assistindo nesta temporada: RAINBON: Nisha Rokubou no Shichinin. Adaptado de um mangá muito elogiado de mesmo nome da autoria de George Abe (enredo) e Masasuki kakizaki (traço), RAINBOW foi produzido pela Madhouse e é um daqueles animes que definitivamente não é qualquer pessoa que irá assistir ou até mesmo aprovar. Contando a vida de sete detentos de uma cadeira, o anime mistura violência pesada como uma carga dramática que te faz pensar nas condições pelas quais eles passam durante a série.

RAINBOW se passa no ano de 1955, 10 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial e estando o Japão ainda uma grande bagunça, diversos delitos são cometidos –num índice bem maior que antes- e no primeiro episódio somos apresentados inicialmente a seis detentos recém condenados: Mario Minakami (17), Toyama Tadayoshi (17), Maeda Noboru (16), Joe Yokosuka (16), Matsuura Mansaku (17) e Ryuji Nomoto (17). Todos eles cometeram algum crime e como punição são levados para o presídio de Shio onde dividirão uma cela. Além de serem maltratados pelo carcereiro eles ainda tem que se submeter a situações humilhantes diante do comandante da prisão.

Chegando à cela, os seis conhecem Setsuko, um prisioneiro já antigo e que a partir daquele dia dividiria a cela com os caras. Tendo alguns desentendimentos logo no começo, Setsuko consegue contornar a situação na base da porrada batendo sozinho nos seis caras. Ainda assim, Setsuko acaba sendo punido afinal ele poderia até ditar as regras da cela, mas o carcereiro é quem ditaria as regras gerais. Após apanhar bastante, Setsuko acaba se tornando meio que um líder do pessoal da cela, e que junto de todos que ali estavam, faria de tudo para conseguir a liberdade de cada um e a sua própria.

Como mencionei no começo do post, RAINBOW é um anime bem pesado, pois a violência aqui é algo recorrente e as situações pelas quais os presos são submetidos na maioria das vezes não são nada agradáveis, o que faz de RAINBOW ser realmente um anime Seinen e que faz jus à sua classificação.