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18 de mai. de 2017

Massacre no Bairro Chinês: um filme sobre imigrantes no Japão


Jackie Chan é conhecido por fazer filmes em que sua participação é sempre como um artista marcial. Contudo, ele não é só um lutador. Mas também é um ótimo ator.
O filme foi censurado na China por conta de sua violência. Seu orçamento foi de 25 milhões de US$.
Norte da China. Steelhead (Jackie Chan) é um pobre mecânico de tratores que sente falta de sua namorada, Xiu Xiu (Jinglei Xu), que foi visitar familiares no Japão. Quando deixa de receber notícias dela, Steelhead resolve ir a Tóquio em sua busca. Ele entra ilegalmente no Japão e, logo após chegar, perde seus documentos chineses. Com isso fica impossibilitado de retornar à sua terra natal. Após um incidente com seu primo Jie (Daniel Wu) e uma gangue de Taiwan, Steelhead salva a vida de Toshinari Eguchi (Masaya Katô), um poderoso chefe da Yakuza. Como retribuição, ele oferece a Steelhead uma parte do território até então dominado pela gangue de Taiwan, o que faz com que se torne o chefe dos imigrantes ilegais.
Uma história de drama, suspense e crime. Dirigida por Tung-Shing Yee.

24 de abr. de 2016

Ushiro no Shoumen Dare

Kayoko é uma jovem, em 1940, apenas começando o primeiro grau. Ela é um pouco chorona, que não é segredo para aqueles ao seu redor. Ela adora brincar com os amigos e cantando canções bonitas de sua escola, e, ocasionalmente, se divertindo com seus três irmãos mais velhos. Sua mãe está grávida, - o que ela espera ser uma irmã mais velha - sem a compreensão do que aquilo possa ser. Uma criança comum. Enquanto isso, os tambores de guerra estão cada vez mais altos, e é apenas a coisa natural a fazer para ser patriótico e apoiar o país... Kayoko faz isso pois para contribuir com sua boneca favorita, cujos materiais poderiam ajudar a construir explosivos. O tempo passa, e como ela cresce, Kayoko vê como a guerra afetou sua vida e aqueles ao seu redor. Nada pode prepará-la para 1945, no entanto, os tempos sombrios que estão prestes a vir são bem piores.

2 de dez. de 2015

Entenda a Era Sengoku e o Bakumatsu

                                          Era Sengoku
O Japão. Terra do Sol Nascente. Sua bandeira é simplesmente um sol vermelho. E poucos conheceram sobre sua cultura, sua história, seu mundo.
Como professor de história no Ocidente, pouco se sabe do passado dessa sociedade. Os livros de história falam pouco ou nada sobre esse país. Só é citado quando se relaciona em conflitos de grande importância para os ocidentais, como a Segunda Guerra Mundial.  Poucos, por exemplo, sabem que houve uma verdadeira carnificina no Brasil, depois dos Aliados vencerem essa guerra. Isso se devia ao fato de que alguns japoneses não acreditavam na derrota de sua nação. E matavam quaisquer outros do país que compactuasse com essa “mentira”!
Mas aqui tratarei de dois períodos de grande importância para estrutura que conhecemos sobre o Japão: o período Sengoku e o Bakumatsu.
Antes de começarmos, uma coisa que muitos pensam é que podemos classificar o período de 1000 até 1500 d.C. como Japão Feudal. Isso é errado. Não havia formações de feudos. O certo seria examinar corretamente como eram as províncias e os xoguns, comandantes militares da época. A formação desse território é bem diferente do europeu, em que as cidades se formavam ao redor dos castelos dos senhores feudais.
O período Sengoku se deve pelo fato que o Império (período Nara que vai 710 até 794) foi enfraquecido com o surgimento dos xoguns. O imperador tinha força em cima de homens como proprietários rurais, não em lideres de combate. Isso começou as eras de xogunatos.
Eis que durante o xogunato de Ashikaga Yoshimasa, uma relativa estabilidade surgiu no território.
Ele se dedicou as questões artísticas e culturais, ignorando a situação política do país. Isso deu margem a daimyos (senhores de terras menores) inescrupulosos começarem a criar conflitos, desestruturando o país.  Houve muitas revoltas camponesas, dada a pobreza e opressão na qual a maioria da sociedade vivia. Isso criou nos senhores de terras um sentimento de revolta, sendo que nesse tempo havia 260 deles por todo país, com poder quase ilimitado nos seus territórios. Ou seja, 260 estados, alguns até com sua própria moeda e exército.
Quando, em 1467, houve uma grande disputa pela sucessão do xogum pelos clãs Hosokawa e os Yamana, isso teria sido o estopim para a Guerra de Onin. Mas isso foi só um pequeno detalhe cheio de guerras civis por dez anos, que mais tarde seriam pesados envolvendo daimyos por todo o Japão. Esse seria o ano do Período Sengoku (Era dos Estados em Guerra).
Vários homens tentaram unificar o país. Mas três nomes se destacam: Oda Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu.
Nobunaga foi o primeiro general japonês a aprender a usar eficientemente armas de fogo, introduzidas pelos portugueses em 1543. Havia, além da xenofobia japonesa, os problemas relativos ao uso de arcabuzes em campo de batalha. De modo prático, demorava demais os disparos e o recarregar deles. Ele então introduziu grupos de quatro homens, em cada um estaria responsável por uma parte do processo de ataque. Porém, adotou o cristianismo e arrasou vários pontos onde o budismo era prática comum. Ele já havia dominado boa parte da região central do Japão, porém foi traído por um de seus principais oficiais e emboscado. Ninguém sabe se foi morto ou cometeu suicídio.
Um dos auxiliares mais próximos de Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi, foi rápido e matou o traidor Akechi Mitsuhide. Após isso, como sinal de respeito, ele depositou a cabeça do desafeto no tumulo de seu antigo líder. Prosseguiu com o plano de unificação do país. Para isso, demarcou várias barreiras para a mobilidade social. Os soldados seriam os únicos que portariam armas, passariam a viver próximos dos castelos, não poderiam cultivar a terra e recebiam um “salário” em arroz. Aqui vale lembrar que suas estruturas de cidades, não funcionavam como os feudos, visto que esses possuíam muralhas e recebiam todas as pessoas que serviam ao lorde. No caso em questão, só os samurais estavam sob proteção do xogum. Isso ocorria, pois, como era um camponês inicialmente Hideyoshi queria impedir que alguém como ele subisse de hierarquia e tomasse seu poder. Ainda assim ele conseguiu controlar quase todo o Japão.
Era ambicioso. Queria dominar toda Ásia e até atacou a China com um contingente de 200 mil soldados. O xogum caiu doente, mas convocou um conselho de cinco regentes. Um deles era Tokugawa Ieyasu, até o que filho de Toyotomi Hideyoshi, Hideyori, atingisse a idade adulta. Os homens escolhidos não se entenderam e começaram a lutar pelo poder. Isso criaria o confronto mais conhecido desse período chamado de Batalha de Sekigahara (em 1600), onde 160 mil samurais participaram. Tokugawa se saiu vitorioso. Em 1603, ele foi nomeado xogum.
Esse período foi um dos principais motivos da unificação dessa nação. No próximo texto, escrevo sobre o Bakumatsu.

Bakumatsu
Bakumatsu. Literalmente, pode se falar que é o “Final do Xogunato”. Compreende o período entre 1854 a 1868. Mesmo sendo uma quantidade de tempo menor que o período Sengoku, sua importância histórica traz muitas conseqüências para o Japão. Mas vamos começar falando sobre os motivos para tal acontecimento histórico.
Em Junho de 1853, chegaram os navios negros do Comodoro Matthew C. Perry. Um esquadrão com quatro embarcações, na tentativa de impulsionar um comércio com o Japão. Devido ao costume japonês de não fazer acordos mercantis (com exceção da Holanda) não quiseram receber a tripulação ou seu líder. Nesse caso, houve a ameaça de bombardear o porto de Nagasaki, único porto ao qual estava aberto a estrangeiros.  Sem escolha, o país permitiu contato com os americanos.
Havia um grande sentimento de divergência entre os japoneses: aqueles que iam contra o isolamento da nação e os contra. Isso sem contar que o bakufu (outro nome para xogunato, governo japonês da época) foi forçado a abrir mais portos para os Estados Unidos. Isso demonstrava a queda do poder do xogum. A população estava cheia de dúvidas sobre aquele governo. E vários outros fatos mostravam a ocidentalização no país, como a tradução de livros dos americanos. Isso deixou extremamente descontente algumas facções aliadas dos Tokugawas.
Dois fatores tornaram maior o sentimento de descontentamento com aquela situação. O primeiro se refere aos daimyos que perderam na Batalha de Sekigahara, que desde então, foram excluídos de qualquer cargo com relevante importância dentro do governo. Outro seria a filosofia de “Reverência ao Imperador, Expulsão dos Bárbaros”, pensamento neo-confucionista que reforçava os aliados do Imperador (chamados de isshin shishi, monarquistas). Estes últimos queriam a maior abertura do país para os contatos com estrangeiros.
Além de um maior contato com outros povos, estudantes navais foram enviados para estudar em escolas ocidentais. Isso gerou um costume, de enviar seus filhos para outros países. Além disso, no final do Bakumatsu, foi formada uma tropa com extrema fidelidade ao xogum. Chamados como Lobos de Mibu, seu nome era Shinsegumi. Sua função era basicamente controlar o caos durante esse período, como uma polícia militar da época. Mas ainda não eram bem tratados devido ao passado de alguns lideres do grupo.
Os ânimos entre aqueles a favor do xogum, ou seja, contra o contato estrangeiro e os monarquistas, querendo restaurar poder ao imperador.  Isso gerou diversos conflitos. Entre alguns que podemos registrar aquicom relevante importância estão:
-Bombardeio de Kagoshima ou Guerra Anglo-Satsuma (15 a 17 de Agosto de 1863): a Marinha Real Britânica teria bombardeado Kagoshima, em retaliação ao ataque de cidadãos britânicos. Acontece que um oficial japonês teria atacado estes homens devido ao não respeito à figura do daimyo. Algo incomum para pessoas, que não conheciam o costume daquele país.
-Incidente da Hospedaria Ikeda (5 de Junho do ano 1 da Era Genji, 1864): O Shinsegumi descobriu um plano dos monarquistas que visava usar uma noite de vento e incendiar Kyoto, já que e com esse clima as chamas se propagariam. Com isso, atacariam os homens importantes do xogum e sequestrariam o mesmo. Os isshin shiishi estariam preparando seus planos nas hospedarias Ikeda e Shikoku. Sabendo disso, precisando agir imediatamente e além de usar o fator surpresa, atacaram os conspiradores somente com os Lobos de Mibu, visto que o apoio não havia chegado. Como havia dois lugares, o grupo se dividiu em duas frentes. Ao sair da área do massacre, quando o dia amanheceu, estes homens foram lançados ao estrelato. Se antes eram tratados com medo devido as suas atitudes desmedidas, agora, além disso, eram admirados. Eram perigosos e extremamente hábeis. Até o bakufu se mostrou admirado com suas façanhas. Alguns relatos falam que o acontecimento causou um grande atraso na Restauração Meiji, devido à morte de importantes nomes naquela fatídica noite.
-Batalha de Toba e Fushimi (1868): Esse conflito ocorreu devido às tropas de Choushuu, Satsuma e Tosa se encontraram com tropas de Tokugawa, perto de Fushimi. Esta região é um bairro de Kyoto. Essa batalha ocorreu por quatro dias e se tornou uma dura derrota do xogunato.
-Guerra Boshin (1868 a 1869): Foi uma guerra civil no Japão que marcou o fim do xogunato Tokugawa. Os homens que eram fieis ao imperador se tratavam de uma força menor, mas relativamente modernizada. Isso era um fator bem importante, uma vez que o bakufu não recebia apoio dos estrangeiros. Visto que americanos poderiam lhe fornecer, por exemplo, armas de fogo. Na Batalha de Hakodate, o último resquício das forças, foi finalmente destruído. Com isso, Tokugawa perdeu qualquer poder sobre a nação.
Com a vitória dos monarquistas, o imperador subiu ao poder em 1867, com apenas quatorze anos. Em 1868 começava uma nova era; essa era foi declarada como Meiji. Muitos dos antigos senhores que foram contra o xogum, foram premiados através de posições governamentais, no novo regime. Aqueles que eram a favor de Tokugawa foram poupados, devido aos pedidos de SaigoTakamori. Este foi um dos grandes nomes do novo período.
Por fim, temos como conseqüência várias mudanças no modo de agir do Japão. Muitas pessoas começaram a seguir os padrões ocidentais de agir e vestir. Entre eles podemos citar a educação, economia, governo e até culinária. Além de proibir o uso de espadas, sendo que isso só era algo comum para os samurais. Só quem poderia fazer isso eram policiais devidamente treinados e licenciados. Ainda assim, o Japão continuou seguindo com sua cultura. Mantendo uma grande fidelidade aos seus antigos costumes e ainda assim, se modernizando.

P.S.: Muito obrigado para Deborah Bedento que meu deu alguns toques sobre o texto.

14 de nov. de 2013

Starry Sky

O personagem principal,Tomoe Yoh ,é apaixonado por astronomia, quando ele era criança ele perde uma luneta, e uma garota,Yahisa Tsukiko encontra a luneta pra ele , e ele fica apaixonado.Yoh se muda, e resolve estudar no Japãoo na tentativa de reecontrar a garota que ele gosta.




19 de out. de 2013

G - Dangaioh

Em algum lugar no Japão, uma luz brilhante, de repente explodiu a partir do solo. A luz em um piscar de olhos destruiu tudo num raio que abrange centenas de quilômetros. O ponto onde a luz apareceu foi imediatamente fechado e o governo enviou uma equipe especial de investigação.






16 de abr. de 2013

Animações e Animes: os caminhos da arte audio-visual com desenhos

Desculpem o sumiço mas estive meio ocupado ultimamente.
Bem, como primeiro tópico depois de tanto tempo sem postar eu trato de um assunto que todos devem ter consciência OU talvez não. É em relação aos animes e animações americanas.
Tratamos uma animação como um projeto audio-visual que exibe desenhos, propriamente dizendo, que podem ser feitos por frames, flash, tecnologia 3D, flipbooks, animação quadro-por-quadro ou até mesmo via milagre! Não importa a forma, importa a animação dos desenhos, ou seja sua movimentação dentro do meio em que se esta vendo ela.
O anime, nada mais é, do que um termo usado para qualquer animação de origem nipônica. Lembrando um fato importante é que assim como o mangá, que é uma história em quadrinhos de origem japonesa, não existe mangá de outros países. Você vai ver propagandas em muitos lugares fazendo referência a "parece até mangá" ou "anime made in USA" mas isso não existe!
As animações, em especial as norte americanas, tem em sua história um currículo de seguirem padrões das HQs americanas (assim como os animes que seguem os mangás). O que causa o fenômeno de enredos e personagens possuírem anos sem nunca acabar. O que de certa forma é bom para a editora, pois se o quadrinho acaba, não há mais utilidade (pelo menos por certo tempo) para os funcionários. O problema se deve a coisas como Peter Parker, que possui o alter-ego de Homem Aranha ter 30 anos. O que é esstranho, já que o personagem nasceu, pelo que me recordo nos anos 70! E isso ocorre também com personagens de desenhos americanos. Veja só o exemplo desse tal Ben 10. O personagem possui 3 séries até agora. Uma em que é criança, outra em que é adolescente e mais uma em que volta a ser criança.
Por que isso ocorre? Tem haver com as editoras ou produtoras ganharem em cima disso? Lógico! A quantidade de badulaques que editoras famosas como DC e Marvel, ou que o pessoal que produz animações, vende em cima disso é gigantesco. Lembrando, que nesse ponto, os americanos não são tão diferentes dos japoneses. Ou vai me disser que você leitor do blog não estava buscando algo sobre mangá quando entrou aqui?
Mas existem luzes no fim desse túnel: lógico que há sim uma preocupação em vender, mas alguns estúdios, como o de Avatar: A lenda de Aang e A lenda de Korra, possuem uma qualidade tremenda que sinceramente... Em alguns pontos supera a japonesa. E outras animações como Young Justice também possuem bom enredo atrelado a um ótimo trabalho de desenhos. Concluo falando que, se você fã de mangá odeia animações americanas ou até mesmo brasileiras (pois somos fortes nesse quesito), tente ver que o mercado japonês as vezes cria coisas maravilhosas. Só que isso não uma verdade absoluta.

1 de out. de 2012

Shin Sekai Yori

A história é localizada no Japão há um milênio atrás. Cinco crianças, a protagonista Saki, Satoru, Maria, Mamori e Shun, nasceram e foram criados numa cidade tranquila que pode descrita como uma utopia, com água em abundância e folhagem verde. O mundo é dominado por pessoas que possuem telecinese, um “poder amaldiçoado” ou “poder dos deuses”.



25 de jul. de 2012

13 Assassinos

O filme conta de maneira dramática um fato real, que marcou o final da era feudal dos shogunatos no Japão e deu início à Era Meiji. Um Shogun psicopata, que era quem mandava no Japão feudal, não mede consequências ao dar vazão à sua crueldade. A cultura japonesa de hierarquia e obediência sem questionamentos e a psicopatia do Shogun acabam levando a um impasse político.


Para piorar, esse Shogun estava para assumir o trono e se tornar imperador do Japão. A saída, nesse caso, se configura na eliminacão do Shogun visando o bem geral. Mas, isso não é uma tarefa simples. Estamos falando de um Japão feudal. Assim, um nobre é encarregado de recrutar um Samurai da sua confiança para executar o serviço. Esse Samurai fica responsável por recrutar outros Samurais e montar o grupo que vai matar o Shogun.

19 de jul. de 2012

Sai Soul Eater em mangá no Brasil


Quem já conhece Soul Eater dos games agora poderá conferir a versão original: o mangá de Atsushi Ohkubo começa a sair no Brasil este mês pela editora JBC.
A trama se dá em torno de Maka, uma "artífice da foice" que precisa aperfeiçoar sua arma Death Scythe até o limite. Para tanto, a sua foice tem que devorar a alma de 99 monstros e uma bruxa.
Criada como histórias isoladas no Japão em 2003, Soul Eater virou série no ano seguinte e já acumula 21 volumes lá fora. A partir daí, virou três videogames (para Wii, PlayStation, Nintendo DS, PSP), uma série em anime e tem até CD com trilha sonora original. O mangá também já é publicado em vários países da Europa e nos EUA.
No Brasil, a previsão de lançamento é para o final deste mês. As ediçõesouls de 208 páginas vão custar R$ 10,90.

18 de jul. de 2012

Produções americanas com gostinho de japonesas:






Bem quem não nota muito é por não estar familiarizado com os animes e mangás, mas essas três obras tem um que voltado para o anime: Avatar, a lenda de Aang; Avatar, a lenda de Korra; e o reboot de Thundercats. Tanto que participam japoneses das obras. É só ver os creditos.

17 de jul. de 2012

Muv-Luv Alternative: Total Eclipse

No ano de 1973, uma raça alienígena conhecida como BETA invadiu a Terra, durante 30 anos eles mataram bilhões de humanos e praticamente domiram a maior parte do continente Europeu e Asiático. A humanidade desenvolveu armas humanóides conhecidas como TSF (Tactical Surface Fighters) para tentar vencê-los, mas isso apenas atrasava as forças inimigas. Em 2001, o império japonês encontra dificuldade no desenvolvimento dos novos TSF enquanto defende suas terras da invasão. A Nações Unidas enviaram uma proposta de um programa entre os EUA e o Japão para um desenvolvimento mútuo para um novo projeto de TSF, The Prominence Project. E o encontro entre duas pilotos, uma japonesa e outra americana, vão mudar os seus destinos drasticamente.







Devaneios de um Otaku: Festival do Japão



Mano eu adorei: tomei saquê, comi okinomariki, tirei fotos de umas minas lindas... e ainda ouvi Gaijin Sentai... Foda de mais esse evento ^^



















Quem tiver o cel da loirinha eu dou 100 reais na mão da pessoa! Ela trabalha no Azuma Kirin. kkkkkkkkk