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1 de fev. de 2013

O Primeiro Livro


Os primeiros escritos que tive o interesse de ler em toda a minha vida foram quadrinhos. Coisas como as obras de Maurício de Souza ou as tira de Bill Watterson eram e são meu principal entretenimento. Isso ocorre já que para crianças, essas páginas recheadas de balões e desenhos, são seus primeiros livros.
E então é que me revolto com certos pais, quando reclamam da garotada que lê mangá dizendo que “é inútil”. Não estou aqui aqui dos meus sentimentos em relação aos meus anos de criança, nem quero que as crianças se afundem em um mundo de quadrinhos, as alienando, e sim de fatos concretos da minha opinião.
Como professor, sei como é difícil introduzir garotos a um mundo de leitura. Possuímos uma educação precária que cria uma imensa número de semi analfabetos a cada ano. O que poderia ser remediado com modos mais eficazes de leitura. Ai que entraria o mangá e outros tipos de artes visuais.
Uma ideia louca me veio a cabeça falando com meu amigo Horn de levar essas obras nipônicas aos alunos em escolas públicas. Obviamente, só as mais recomendáveis. Poderíamos colocar nas mãos de um adolescente um volume de Rurouni Kenshin, que apesar de ser uma obra shounen recheada de batalhas com espadas, mostra vários aspectos culturais e históricos do Japão. Alguns até mais contemporâneos como Gen – Pés Descalços. Da mesma forma, seria possível trazer uma biografia como Adolf ou Buda, de Osamu Tezuka, ou talvez uma obra mais clássica desse mestre como A Princesa e o Cavaleiro.
Falo isso pois entendo mais de mangá, mas outras obras de cunho internacional e nacional serviriam do mesmo modo (como as de Will Eisner ou até mesmo Anita Costa Prado).
E um dia espero que uma leitura para um filho meu, seja um livro de Vida e Morte Severina ou quem sabe um Akira. E não um livro que não exerce nenhuma reflexão como Crepúsculo e suas continuações. Afinal, contos de fadas devem possuir “fadas”, não vampiros com “problemas em tomar decisões e atitudes”.

28 de out. de 2011

O Homem em Construção

Organização e desenvolvimento: Subteatragicos



Orientações para o participante:

- Trazer um objeto que possa ser compartilhado (livro, peça de vestuário) ou algo que possa ser descartável e de pequeno porte;

- Trazer uma fralda de pano branca (sem estampa de qualquer tipo);

- Estar trajando roupas leves (camiseta, calça de moletom e tênis, por exemplo). Não serão aceitos participantes que trajarem calças de couro ou mini-saias;

- Trazer água;

- Não tragam sacolas, bolsas, câmeras fotográficas ou qualquer produto alimentício;

- Telefones celulares deverão ser, obrigatoriamente, desligados no início da experiência.

Toda esta experiência é sensorial e de descobrimento do nosso corpo e forma dentro da cidade. Os exercícios deverão ser em total silêncio de forma a se ouvir os sons a nossa volta e usá-los de forma a agirem em nosso corpo em nosso benefício.
Durante os exercícios não esquecer nunca de respirar de forma natural. Se sentirem aflição, incômodo ou qualquer coisa relacionada relaxem, isto será parte do exercício. Nenhum participante será exposto a situações constrangedoras ou intimidadoras.
Se, por acaso, existir algum participante que está dispersando o grupo e impedindo o desenvolvimento dos exercícios, esta pessoa será, imediatamente, excluída da experiência.

A participação nesta experiência é gratuita e aberta a todos os públicos.
O numero máximo de participantes será de 50 pessoas.

Data: 12 de novembro

Local: Av. Manoel Ferraz de Campos Sales, na praça em frente a igreja Matriz.

O inicio da experiência será as 15h e o término previsto é as 20h.

Participantes, venham alimentados e de mente aberta.
Se chover, a experiência terá sua data adiada e avisada nas redes sociais.