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23 de jul. de 2011

Battle Royale no ocidente!

Chegou ano passado em um território americando a versão remasterizada e 3D de Battle Royale.
O mesmo processo será sofrido pelo segundo exemplar da franquia, Battle Royale II, sendo que esse esforço não visava somente o aniversário de 10 anos da obra. Isso deu ao produto o verniz necessário para que a Toei conseguisse lucrar com acordos internacionais.











Da primeira vez que foi exibido, o filme não fez barulho junto aos produtores ocidentais. Dessa vez a coisa foi diferente. Exibido no American Film Market desse ano, o filme chamou a atenção de 50 distribuidores, vindas de 13 países diferentes. A americana Anchor Bay garantiu para si os direitos para exibição em território Norte-Americano, e pretende fazê-lo em meados do ano que vem. Toei diz ter sido esse o maior acordo já feito com uma distribuidora americana. De acordo com Kenta, filho do já falecido diretor dos filmes, esse acordo vem realizar um sonho antigo de seu pai, que é ter seu filme exibido oficialmente no ocidente. 

Pra quem não conhece...
A história se passa num Japão, no qual há um reality show criado e mantido pelo governo (para baixar o indíce populacional) que é recordista de audiência, sua maior peculiaridade é que apenas um jogador sai vivo. Esse é o grande prêmio. A competição é simples, uma classe de 1° Colegial (pessoas entre 14 e 17 anos), de qualquer escola do Japão é escolhida e levada a um local remoto. Lá recebem explicações de como se dá o jogo e algo que sirva como arma, de um garfo a uma UZI.

3 de fev. de 2011

Adaptações de anime em live-action (Chupinhado do Anime Forces)

Olá, sou Marcus-kun, novo colunista do site. Pretendo satisfazê-lo trazendo matérias interessantes a você, uma vez que você dedica seu tempo a minha matéria.

O consumo da cultura pop japonesa, anime e manga, está em alta e isso não é novidade, principalmente para quem pode lucrar com isso: pode ser uma grande forma de ganhar dinheiro para as empresas cinematográficas.
E é chegada a hora da procura das empresas de cinema pelos direitos dos animes.
A cultura pop japonesa é crescente em muitos países, e no Brasil não é diiferente.
Cerca de 60% dos desenhos transmitidos no mundo são japoneses, os mangás arrecadam milhões todos os meses e no Brasil é um grande sucesso de vendas.
Baseados nestas estatísticas, os estúdios não perdem tempo e já compram os direitos de algumas animações como Sailor Moon entre outros.
Mesmo com essas notícias dos live action das animações, sempre há aquelas dúvidas: Isso vai dar certo? Será bom? Eles serão fiéis? Entre outras.
SE SERÃO FIÉIS, esse é o ponto mais preocupante e o principal motivo desta matéria.
Nas atuais adaptações de livros, HQs, entre outros artigos, o principal motivo de insatisfação dos fãs é: a fidelidade da mesma ao artigo de origem. Mas será que faltou uma pergunta? Quem produzirá, japoneses ou americanos?
Para essa segunda pergunta, a resposta virá mais tarde.
Quanto à fidelidade, esse é o ponto realmente mais importante, e basicamente responde a todas as perguntas a cima. Priest, Sailor Moon, Neon Genesis Evangelion, Blood, é uma pequena lista dos títulos a irem para os cinemas de todo o mundo.
Aos fãs do anime Basilisk, (muito bom), tiveram respostas não muito positivas, onde o anime teve a sua adaptação no filme Shinobi.
O filme foi um resumo mal feito da animação, curto, com um enredo mal adaptado, sem explorar os dramas de cada personagem. A adaptação distorce o anime completamente.
Alguns pontos negativos da adaptação: na animação o número total de personagens é 20, na adaptação apenas 10; personagens que fazem parte de um determinado clã, uma vez que a estória da animação é uma guerra entre dois clãs, passam a fazer parte do outro clã rival sem nenhuma explicação; há cenas que são fiéis ao anime, mas logo na sua continuidade, na mesma cena, vem mais um erro, se baseado no anime, e um desfecho totalmente distinto ao anime.
Partindo para a pergunta: Quem produzirá?
Parece besteira, mas a realidade é outra, principalmente se a resposta for Americanos.
O filme de Evangelion será produzido pela WETA, empresa do diretor de cinema Peter Jackson.
Circulam notícias na Internet, ou seja, fontes não seguras, de algumas características do longa, onde o mesmo fará jus a palavra ADAPTAÇÃO, pois o anime terá a sua estória realmente adaptada para os EUA. A principal cidade da animação denominada Tokyo-3, não terá seu nome original. A estória conseqüentemente não se passará no Japão. Houve uma comparação do Eva com Godzila, entre outras coisas não muito fiéis ao artigo de origem.
Mas, por que eles fariam isso?
Por razões comerciais. Apesar desses fatos não serem muito improváveis, não estão fora de cogitação.
Exemplo: na adaptação “A Liga Extraordinária”, tiveram que criar um personagem que não é da estória original, porque acharam que os Norte Americanos poderiam não assistir ao filme porque havia muitos ingleses no elenco.
Isso não quer dizer que de fato aconteça, mas é algo que pode acontecer com as Live Action que estão por vir.
Infelizmente, a pergunta se será bom ou se serão fiéis, este singelo colunista não pode não poderá lhe responder, pois como você, só lhe resta esperar ansiosamente por estas adaptações.